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“Não contem com nada do Tesouro Público para o Ramadão”

– disse o Presidente da Guiné Bissau, Sua Excelência, Sissoco Embaló.

A Agência de Notícias da Guiné Bissau, revelou na noite da segunda-feira (12/04/2021,) a verdade acerca da ajuda que o governo guineense fazia aos muçulmanos locais. Esta ajuda que consistia em saciar o ritual do Ramadão com ajudas alimentares não têm suporte legal na constituição das despesas governamentais.

Recorda-se, que o país, sendo um Estado laico, não deve fazer preferência, numa ou outra religião. Assim sendo, numa entrevista à comunicação social, o Presidente, mostrou com nitidez que não há sustentabilidade para essa receita extra.

“Não tem nada do Tesouro Público para o Ramadão” – disse o Presidente, somando a justeza governamental de que em outras ocasiões festivas religiosas, o governo não tem sustentado à nenhuma religião. Tal como a festa da Páscoa, Natal, etc. a festa não é obrigação governamental, logo, entender que existe qualquer responsabilidade governamental por causa disso, seria algo injusto, uma vez que não se faz às outras religiões.

A festa que tem início com a lua nova, teve dessa vez, apoio recusado baseia-se em géneros alimentícios, em 30 dias, para o sustento do período e das cerimónias realizadas que também incluem em visitas aos familiares, na distribuição alimentar, etc..

O Sr. Presidente, Umaro Sissoco Embaló, ainda deixou a sua felicitação à todos os muçulmanos, na esperança de que passem “um bom Ramadão”, ou seja, da melhor forma, enquanto participava na cerimónia de tomada de posse do conselheiro Luís Oliveira Sanca.

Fonte: Agência de Notícias da Guiné Bissau

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